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Potencial produtivo da agropecuária rondoniense será um dos destaques na 10ª Rondônia Rural Show

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Um dos maiores desafios da agropecuária é o aumento da produtividade sem causar impactos negativos ao meio ambiente. Em Rondônia, o potencial produtivo agrícola e pecuário, há muito está atrelado a utilização de tecnologias sustentáveis, fator que tem repercutido no volume das exportações, tanto de produtos agrícolas, como a soja, o milho e o café, quanto de proteína animal. Na indústria do leite, por exemplo, o valor bruto de produção previsto para este ano deve superar os R$ 1,1 bilhão, firmando Rondônia como o 8º maior produtor de leite do Brasil e o 1º da região Norte.

O governador Marcos Rocha explica sobre o trabalho realizado para o desenvolvimento da agropecuária do Estado.

“O inegável sucesso de novos modelos de produção, tanto no aspecto ambiental quanto econômico, é impulsionado pelo desenvolvimento de um serviço sanitário estadual bem planejado, que é norteado por legislações e controle de padrão internacional”, destacou.

Esse potencial produtivo, com foco nas ações da defesa agropecuária, será um dos destaques da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado – Idaron, na 10ª Rondônia Rural Show Internacional, que acontece de 22 a 27 de maio, em Ji-Paraná.

O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha comenta sobre a realização do Fórum. “O potencial produtivo será tratado durante o 5º Fórum Rondoniense sobre a Manutenção de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, atividade que reúne especialistas de diversas regiões do país, autoridades políticas e produtores rurais, em uma amplo debate sobre os desafios que envolvem a manutenção do status de livre de aftosa sem vacinação”, explicou.

PROGRAMAÇÃO

O 5º Fórum será aberto ao público e vai acontecer no dia 24 de maio, de 9h às 12h,  no auditório principal da 10ª RRS, no Centro Tecnológico Vandeci Rack. Na programação está prevista palestra com Otamir Cesar Martins, diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – Adapar, que falará sobre as ‘Ações Desempenhadas no Estado do Paraná na Manutenção de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação’, tema de fundamental importância para os atores do setor produtivo, porque retratará o envolvimento do produtor rural e seus representantes (associações, federações, sindicatos etc.) para a manutenção do status de área livre da doença, sem vacinar o rebanho bovino e bubalino.

A segunda palestra será com José de Arimateia da Silva, assessor estratégico da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia- Emater/RO, que falará sobre o ‘Papel da Extensão Rural na Manutenção de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação’. Ao final, haverá mesa redonda, com participação de representantes da Emater/RO, Adapar, Idaron, Fundo Emergencial da Febre Aftosa do Estado de Rondônia – Fefa, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia – Faperon, Fetagro e Conselho Regional de Medicina Veterinária – CRMV, para discussão, esclarecimentos e perguntas aos palestrantes (presencial e via chat).

“A firme parceria do homem do campo e demais setores ligados ao agro, elevaram o Estado a níveis de destaque, com percentuais de crescimento que chamaram a atenção de países potencialmente consumidores, tanto de carnes quanto dos produtos de origem agropecuária produzidas na região. Para que continuemos nesse caminho, devemos sempre estar alinhando estratégias, para prevenir possíveis casos da aftosa no Estado”, acentuou Julio Peres.

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Almi Coelho

Almi Coelho

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