Rondônia registrou queda de 32,8% nos focos de incêndio entre janeiro e outubro de 2026, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O estado foi o único da Amazônia a apresentar redução no período.
O resultado positivo, porém, não livrou a capital da fumaça. Na quarta-feira, 14 de outubro, Porto Velho amanheceu encoberta por uma névoa densa, a ponto de o Rio Madeira quase desaparecer da paisagem. A poluição vem principalmente de queimadas no Amazonas e no Pará.
O índice de qualidade do ar chegou a 120 pontos, nível considerado prejudicial para grupos sensíveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias. Em alguns momentos, a poluição na capital rondoniense superou a registrada em Manaus.
Para o produtor rural, o período seco segue exigindo atenção: evitar o uso do fogo, manter aceiros e acompanhar os alertas de risco de incêndio ajudam a proteger pastagens, lavouras e áreas de reserva.
Fonte: A Crítica, reportagem publicada em 16/10/2026. Texto produzido pela redação do Rondônia Rural com base nas informações divulgadas pelo veículo original.
Foto: Amazônia Real from Manaus AM, Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0).